A felicidade está na subida e não no topo da montanha. A satisfação existe no caminho onde se persegue sonhos. A busca por nossos objetivos nos permite a plenitude.
No livro The Psycology Book, 2015 é citado o autor Carl Rogers que entendia a vida como algo instantâneo e em andamento; a vida existe na experiência de cada momento. Para ele, uma concepção saudável de si não é uma identidade fixa, mas uma entidade fluida e em mutação, aberta às possibilidades.
Rogers abraçou uma definição autêntica, não prescritiva e fluída da experiência humana saudável, dotada de possibilidades infinitas. Os humanos não estão percorrendo um caminho cujo objetivo é se tornar “ajustado” ou “realizado”, como propôs Maslow (seu colega da psicologia humanista – criador da teoria da motivação de Maslow). De fato, o propósito da existência não é chegar a algum lugar, afirmou Rogers, porque a existência é menos uma jornada em direção a um ponto final e mais um processo contínuo de crescimento e descoberta que só tem fim quando morremos.
“A vida plena é um processo, não um estado de ser.” Carl Rogers (1902-1987)
Autor: Marianita Ortaça